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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

JOGOS OLÍMPICOS NA ESCOLA

   Atualmente, o esporte é o veiculo mais utilizado como forma de difusão do movimento corporal na educação básica. Porém, somente algumas modalidades esportivas tais como o futebol, basquetebol e voleibol fazem parte do conteúdo das aulas de Educação Física. Outras modalidades como o atletismo e a ginástica artística raramente são difundidas entre os escolares desta faixa etária. Tendo em vista que os currículos que formam os professores incluem disciplinas como dança, capoeira, judô, atividades expressivas, ginástica, folclore e outras, de acordo com as opções de cada instituição, como explicar a pouca utilização destes conteúdos? Falta de espaço, de motivação, de material? Comodismo? Falta de aceitação destes conteúdos pela sociedade? Ou será que os professores desenvolvem somente os conteúdos com os quais têm maior afinidade?
  Pensando nessa constatação e no momento oportuno da proximidade dos Jogos Olímpicos de Londres, minha turma de fundamentos do ensino da educação física, do curso de Pedagogia, desenvolveram um trabalho que buscou a elaboração de jogos que adaptaram os esportes olímpicos à realidade dos alunos da escola pública e de várias idades.
   Surgiram ideias muito boas para apresentar para às crianças e adolescentes esportes que eles não tem muito contato, muitas vezes esportes que nunca assistiram. Foi utilizado o atletismo em suas várias modalidades, o futebol, o badminton, esgrima e arco e flecha.












  
 Parabéns a turma pelo empenho!

PARA OS PREGUIÇOSOS DA ESCOLA.


   A lei que tornou facultativa a disciplina preferida da maioria da garotada é de 1996. Mas ainda hoje nem todo mundo sabe que, apesar de todo colégio ser obrigado a oferecer aulas de Educação Física, nem todo aluno precisa assisti-las, ao menos na forma prática da aula.
     Voltando aos dias de hoje, não basta uma dorzinha de barriga para liberar os mais preguiçosos da aula. As dispensas são mais comuns entre adultos, estudantes já empregados ou em casos de restrições de saúde.
   Segundo a lei 9.394/96, as aulas de Educação Física, a parte prática é facultativa para alunos que cumpram uma jornada de trabalho de seis ou mais horas, tenham mais de 30 anos, prestem serviço militar ou estejam obrigados à prática física semelhante, adolescentes e crianças que tenham alguma condição de saúde que não permita a execução frequente de exercícios e estudantes que tenham filhos.
  Contudo, quem opta por não participar das atividades físicas ainda tem obrigações no período: os dispensados devem receber outras tarefas para que seu desenvolvimento e sua avaliação no final do ano não sejam prejudicados. "O aluno precisa estar presente como os demais", diz o coordenador do Conselho Federal de Educação Física, Walfrido José Amaral. O profissional afirma ainda que nenhum estudante pode ser excluído da aula. Se ele escolher ficar fora das quadras, poderá executar outras tarefas, como ajudar o professor, apitar as partidas ou entregar um trabalho avaliativo.
   Os alunos dispensados estarão deixando de desfrutar de melhora na disposição e ânimo, aumento da capacidade motora, de coordenação e a melhora do raciocínio rápido, usado no momento de fazer uma jogada mais complicada, por exemplo. A prática de esportes não apresenta vantagens somente sob o ponto de vista físico. Ao participar de um time e entrar em contato com os colegas em um jogo, o aluno aprimora sua capacidade de se relacionar. Respeitar a hora de ouvir o outro e ceder a sua vez. Para as pessoas que não têm esse convívio, fica mais difícil criar essa relação. A rapidez de pensar em estratégias de jogo melhora o pensamento lógico, que beneficia o aluno em outras áreas do ensino, nas outras disciplinas da educação básica.
   Além de todos os benefícios já descritos, a criança que cresce praticando atividade física regular criará esse hábito e o levará para o resto da vida, reduzindo bastante a possibilidade de desenvolver obesidade, problemas cardíacos, diabetes, entre outras patologias próprias da vida sedentária.
   Portanto, se não for extremamente necessário, não deixe de praticar suas aulas.