quinta-feira, 31 de maio de 2012

Jogos de construção

   Estou aqui quase que em todas as postagens pregando a prática de exercícios físicos como hábito, como opção de vida.
   Hoje vou falar da idade onde começamos a formar esse hábito saudável, na primeira infância. Nos primeiros anos de vida jogamos alguns jogos que parecem meio sem sentido, mas que fazem a diferença na percepção de mundo que temos hoje como adultos. Além disso, nesses jogos começamos a desenvolver nossas habilidades motoras. São os  "jogos simbólicos" e "jogos de construção" que com a experiência e maturidade se tornam "jogos de regras ou sociais", que são os esportes que praticamos.
   Jogo simbólico, também chamado de faz-de-conta, caracteriza-se por recriar a realidade usando sistemas simbólicos, ele estimula a imaginação e a fantasia da criança, favorecendo a interpretação e ressignificação do mundo real. É considerado por diversos autores como fundamental para o desenvolvimento, favorecendo a interação com o outro e possibilitando a expressão das emoções e percepções vivenciada na relação que a criança, estabelece com o mundo real.
   Muitos autores acreditam que essa atividade estimule o desenvolvimento psicomotor, cognitivo, emocional, social e cultural das crianças.
   Jogo de construção, acontece quando as crianças usam, transformam objetos e materiais variados (blocos ou sucatas, por exemplo) e criam novos produtos (parque de diversões, fazenda, engenhocas...). Nestes jogos as crianças começam a entrar em contato com o mundo social e a desenvolver níveis mais complexos de inteligência através do desenvolvimento de suas capacidades de antecipar situações, movimentos e elaborar propostas e possibilidades que podem ou não se concretizar. Estes jogos também possibilitam maiores oportunidades de cooperação entre as crianças.
   Essa semana como conclusão da parte teórica dos jogos na Educação Física, minhas alunas de "Fundamentos do ensino da Educação Física" do Curso de Pedagogia (UNILAGOS) se proporam a voltar a primeira infância, assim entraram no imaginário  fda criança e "brincaram" e montaram brinquedos com material reciclável.









   Valeu turma pela integração e empenho. 

domingo, 27 de maio de 2012

A que horas você prefere treinar?

  Estamos acostumados e ver pessoas se exercitando em todos os horários do dia.
  A maioria das academias estão abertas das 06:00 as 22:00, algumas são 24 hs, assim surge a dúvida de qual o melhor horário para praticar sua atividade física.
  Como o nosso corpo se comporta nos treinos dos diferentes períodos do dia? Há quem prefira treinar na academia no final da noite, e há que, considere a parte da manhã o melhor horário.
   Depende de cada organismo. Talvez logo cedo a musculatura de alguns demore um pouco mais pra entrar no ritmo. À tarde e à noite, os músculos estão mais pré-dispostos à prática de atividades físicas. Fatores como o sol em excesso (para treinos de rua como a corrida) e o estresse do dia a dia podem influenciar o desempenho da atividade física.
  Em relação ao treino noturno, algumas pessoas sentem o corpo "mais elétrico" no pós exercício, fazendo com que haja uma interferência na qualidade do sono(
mas isso só em determinados indivíduos). E não há aproveitamento total da atividade se o repouso for atrapaalhado.  Tudo depende de  um ajuste fisiológico, porque o atleta precisa ajustar o horário para o repouso e para comer, além de seguir todas as rotinas de treino.
  Antes de qualquer atividade física, a alimentação precisa ser controlada e balanceada. O ideal é se alimentar cerca de uma hora, em média, antes do treino. Mas se a pessoa vai para a academia às 6h, digamos, ela não vai acordar às 5h só pra comer. Já que terá que se alimentar poucas horas antes do treino, prefira alimentos "leves".
  Depois do treino, para recuperar o organismo, a aposta são as proteínas e os carboidratos. E não esuquecer: água e isotônicos para hidratarindependente do horário da atividade.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

INTOLERÂNCIA À LACTOSE, GLÚTEN OU SOJA PODE DIFICULTAR PERDA DE PESO

  Todos aqui já devem ter ouvido falar de "intolerância á lactose", e devem estar se perguntando que isso tem de relação com emagrecimento.

   Muitos de meus alunos e alunas de academia tem aquela velha queixa sobre a dificuldade de emagrecer: "...poxa estou malhando há um tempão , estou na dieta e nada acontece..."
   Sei que muitos mentem, que exageram no fim de semana, outros estão muito anciosos, mas alguns realmente tem uma dificuldade gigantesca de reduzir gordura corporal. Toda semana sai em revistas uma dieta milagrosa ou um estudo novo sobre o assunto, mas que atende alguns, e outros continuam na mesma.
   Pois é, para os que estão realmente levando o treino e a dieta a sério e não ancançam resultados, existem algumas possibilidades. O treino inadequado ou desequilíbrios no organismo, desde hormonais, a problemas de disgestão que levam à lentidão do metabolismo ou retenção hídrica.
     Alguns nutricionistas afirmam que muitas pessoas com sobrepeso,  com dietas restritivas e padecendo de vários distúrbios funcionais, são os exemplos mais comuns da má nutrição, intolerância alimentar ou alergia alimentar.
   A retirada de alimentos alérgenos, com manutenção da mesma ingestão calórica, favorece a perda de peso e melhora dos distúrbios funcionais.

   Este tipo de reação  pode manifestar-se de 2 a 72 horas após a ingestão do alimento, por essa razão é de dificil diagnóstico, o qual é identificado pelos sinais e sintomas clínicos e pelos testes de alergias alimentares.
   É difícil acreditar que um simples alimento ingerido todos os dias pode ser alérgeno. O alimento alérgeno causa inflamação e inchaço no organismo e nos órgãos, levando à obesidade alérgica.
  Os alimentos mais comuns, causadores de
obesidade alérgica, são: lactose, glúten e soja, mas qualquer outro alimento pode ser alérgeno para o aumento de peso, depende de cada organismo.
   O alimento alérgeno aumenta a permeabilidade intestinal (passagem de alimentos pelo intestino) mesmo em jejum. O trato digestivo tem a tendência natural de afastar qualquer substância que o sistema imunológico identifique como danosa ou tóxica. Quando um alimento torna-se alérgeno, o trato digestivo fará o que puder para encurtar o caminho, através da diarréia ou intestino solto, e prevenir sua absorção. Através da reação dos anticorpos contra o alimento alérgeno no intestino, o organismo tenta eliminar a partícula alimentar alérgica através dos intestinos delgado e grosso, antes que essa partícula possa passar para a corrente sanguínea levando ao inchaço, inflamação e aumento de peso.

   Esse alimento não absorvido não proverá nutrição para o organismo, além de diminuir a absorção de outros nutrientes necessários ao metabolismo como as vitaminas, minerais e aminoácidos. Assim, o indivíduo alérgico ficará mal nutrido, e, ao passo que aumenta o consumo do alimento alérgeno, torna-se mais inflamado, mais inchado, mais desnutrido e mais dependente do alimento, pois ele age como uma droga, levando ao vício. Por essa razão, as pessoas alérgenas comem compulsivamente ou exageradamente justamente o alimento ao qual ela é alérgena.

  
Os alimentos alérgenos também podem causar constipação (intestino preso), chamada de constipação alérgica.

Como indentificar esses alimentos?
  Desejo de comer as mesmas coisas todos dias, pode ser um indício de vício alérgico. O excesso desse alimento, ingerido durante anos, torna o corpo sensível a ele, e é justamente o alimento que mais desejamos. É um círculo vicioso. Esses alimentos vão causando a liberação de substâncias vasoativas (verdadeiras opióides) por meio das reações imunes levando a uma  “depedência química” do alimento, aumentando a  necessidade de sua ingestão.
   Quem é intolerante a algum alimento, tem um atraso nas reações imunológicas do corpo. Isso pode acontecer no decorrer de algumas horas ou dias após a ingestão dos alimentos agressores. Os efeitos colaterais desses alimentos podem variar de irritação intestinal a erupções na pele, ulcerações na boca e estômago, doença de Crohn, Doença Celíaca, cólicas, problemas auditivos, cansaço, coceiras, alergias de pele, tosse, renites, só para citar alguns.

   O problema é que, quando comemos todos os dias alimentos aos quais somos intolerantes, provocamos um atraso drástico no metabolismo. A função das enzimas digestivas fica prejudicada, o que significa que o corpo não decompõe bem os nutrientes. Portanto, todas essas situações levam a obesidade alérgica.
   É importante que façamos sempre  um rodízio dos alimentos. Se comer um alimento hoje, tentar não comê-lo novamente, por três ou quatro dias. Assim, evitam-se as alergias alimentares.
   Para identificar o alimento alérgeno utilize os seguintes métodos:
responda a pergunta: “Qual é o alimento que você teria dificuldade de parar de consumir”? É muito provável que esse alimento seja alérgico à você. Tire esse alimento, o qual, você tem necessidade de ingerir, por 15 dias, passados 15 dias, coma-o durante 2 dias seguidos, 3 vezes no dia, e, observe as reações, você irá descobrir que tipo de reações o alimento causa em seu corpo. Preste atenção e faça sua própria avaliação.
   Você pode fazer o teste de alergias ou intolerâncias alimentares, assim, poderá saber quais alimentos estão provocando aumento de peso, sensação ruim, cansaço, letargia e inchaço. Procure um nutricionista.

  Após a ingestão de um alimento alérgeno, normalmente, seu coração acelera um pouco, preste atenção nas batidas do seu coração, ou na sensação de falta de ar após a ingestão do alimento, isso ajuda a identificar os possíveis alimentos alérgenos.

    O leite é o alimento mais alérgico que se conhece, provoca inúmeras alergias, tanto de pele quanto alergias inflamatórias em vários órgãos e sistemas.
  Isso porque, o leite de vaca tem alto teor de gordura, lactose e a proteína caseína que é de difícil digestão no organismo humano. Por esta razão, o leite de vaca pode provocar reações alérgicas como asma, dor de ouvido, coriza, catarro, erupções cutâneas, letargia e irritabilidade.

   Se você for intolerânte à lactose, pode sofrer de inchaço, flatulência, diarréia ou constipação. Experimente os leites mais digestivos de cabra, soja, arroz, nozes e aveia. Se cortar os laticínios, não precisa se preocupar com o cálcio, pelo fato, do cálcio do leite de vaca ser muito pouco absorvido e utilizado de maneira correta pelo organismo, apenas mantenha o consumo de cálcio com alimentos ricos em cálcio como o tofu, soja, legumes, nozes, sementes, castanhas, verduras, frutas com casca e amaranto.
      Há varias correntes que divergem nesse assunto, muitos serão os testes para que se chegue a uma comprovação. Por enquanto, faça o seu teste e tire suas conclusões, não estou aqui para recomendar ninguém a parar de comer esse ou aquele alimento, até porque não sou nutricionista, esse é apenas um alerta para um assunto recorrente.

Alimentos ricos em cálcio e sem lactose

  • Carnes magras (como as de frango);
  • Amêndoas tostadas;
  • Sementes de gergelim tostadas
  • Grãos e cereais (aveia, feijão branco, feijão preto, grão de bico);
  • Bebidas (leite de soja, suco de laranja fortificado com cálcio e vitamina D, leite com baixo teor de lactose);
  • Vegetais (nabo, quiabo, brócolis, couve, beterraba, espinafre);
  • Todas as frutas (principalmente a tangerina);
  • Azeite virgem e óleo de sementes;
  • Peixes frescos ou congelados;
  • Tofus, soja e derivados.
 

quinta-feira, 3 de maio de 2012

quinta-feira, 26 de abril de 2012

DIAS NACIONAL DE PREVENÇÃO E COMBATE À HIPERTENSÃO ARTERIAL


No dia nacional de prevenção e combate à doença, pesquisa do Ministério da Saúde revela que 22,7% dos brasileiros são diagnosticados como hipertensos

 

   Nesta quinta-feira (26), é o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial e o Ministério da Saúde divulga avanços no controle e no tratamento da doença. Em um ano do programa Saúde Não Tem Preço, 6,9 milhões de hipertensos tiveram acesso a medicamentos gratuitos nas mais de 20 mil farmácias e drogarias privadas credenciadas.
   “Este é um programa prioritário para o governo federal. A ampliação no acesso ao tratamento tem sido decisiva para reduzir as internações e os agravamentos ocasionados pela doença, além de melhorar consideravelmente a qualidade de vida das pessoas que convivem com a hipertensão”, afirma o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
   Segundo o Vigitel 2011 (levantamento Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), a hipertensão arterial atinge 22,7% da população adulta brasileira. O diagnóstico em mulheres (25,4%) é mais comum do que entre os homens (19,5%).
   A frequência da doença avança com o passar dos anos. Se entre 18 e 24 anos, apenas 5,4% da população relatou ter sido diagnosticada hipertensa, aos 55 anos a proporção é 10 vezes maior, atingindo mais da metade da população (50,5%) estudada. A partir dos 65 anos, a mesma condição é observada em 59,7% dos brasileiros. A maior frequência de diagnóstico em mulheres ocorre em todas as faixas etárias.
   A pesquisa também aponta que o nível de escolaridade tem forte influência no diagnóstico da doença entre a população feminina. Enquanto 34,4% das mulheres com até oito anos de escolaridade afirmaram ter diagnóstico médico de hipertensão arterial, o percentual é menor - 14,2 % - entre mulheres com nível superior de educação.
   A capital com menor proporção de pessoas com hipertensão arterial é Palmas (12,9%), enquanto a maior frequência foi encontrada no Rio de Janeiro (29,8%), onde é maior a proporção de idosos.

Saúde não tem preço

   Além de hipertensos, diabéticos também recebem remédios gratuitos para tratamento da doença. No primeiro ano do programa, lançado em fevereiro de 2011, houve expansão dos pontos de retirada dos medicamentos, com crescimento de cerca de 40% na rede de farmácias credenciadas.
   Para obter quaisquer dos 11 produtos disponíveis na rede, basta a apresentação de CPF, documento com foto e receita médica válida. Além de dar mais transparência e fortalecer o controle dos repasses feitos pelo ministério às farmácias privadas, este cadastro evita a automedicação.
 
Promoção da saúde

   O Ministério da Saúde tem realizado uma série de ações para redução dos fatores de risco para a hipertensão arterial. Acordo firmado com a indústria alimentícia em 2011 está reduzindo os níveis de sal em alimentos como macarrão instantâneo, bisnaguinhas e salgadinhos prontos. Apenas com a redução prevista no pão francês, estima-se a retirada do mercado de 3.957 toneladas de sódio até 2014.
   O sedentarismo, que também é fator de risco para a doença, é atacado pelo programa Academias da Saúde, que prevê a criação de espaços equipados para a realização de atividades físicas, com acompanhamento profissional e em sintonia com as unidades básicas de saúde. Somente no primeiro ano, mais de sete mil propostas foram inscritas em todos os estados e no Distrito Federal. Pesquisas do Ministério da Saúde indicam que a disponibilidade de espaços públicos para a prática de exercícios eleva em até 30% a frequência de atividades físicas nestas comunidades.

Hipertensão

   A pessoa é considerada hipertensa quando a pressão arterial é igual ou superior a 14 por 9. A doença é causada pelo aumento na contração das paredes das artérias para fazer o sangue circular pelo corpo. Esse movimento acaba sobrecarregando vários órgãos, como coração, rins e cérebro. Se não for tratada, a hipertensão tem complicações como entupimento de artérias, Acidente Vascular Cerebral (AVC) e infarto. “O fumo, o sedentarismo e uma dieta rica em sódio e gordura são vilões para a pressão arterial”, enfatiza o ministro.

FONTE: PORTAL DA SAÚDE

quarta-feira, 25 de abril de 2012

FÉRIAS PARA A BALANÇA!

   Por várias vezes percebi alunas, principalmente elas, subindo na balança da academia todos os dias, ou até 2 vezes por dia, uma ao chegar e outra ao ir embora. 
   Por várias vezes também pedi que não fizessesm isso, que evitassem esse vício diário, pois esse costume poderia atrapalhar, e em muitas vezes atrapalha mesmo, o processo do emagrecimento. Se não emagrecemos de um dia para o outro, para que se pesar todos os dias? Só mesmo para gerar mais ansiedade e assim dificultar que se alcance o objetivo.
   Pensando nelas, explicarei com detalhes como funciona o processo baseado em tese da nutricionista Adriana kachani. Esta tese foi defendida no Instituto de Psiquiatria da USP.
   A briga com a balança pode desencadear ansiedade, dependência e fuga depois de um fim de semana de abusos na alimentação. 
   Essa "neura" pode atrapalhar todo um trabalho de emagrecimento. 

   A pesquisa da nutricionista foi aplicada em 125 pessoas com ou sem transtornos alimentares, como anorexia e bulimia. Os resultados mostraram que as mais insatisfeitas com seus corpos se pesam mais e que a maioria sobe na balança querendo mais coisas além de saber o peso, se pesam também para saber o quanto podem comer ou se precisam fazer mais exercício. Outros sobem na balança todos os dias para se lembrar de que não estão magros e precisam malhar. 
   Pesar-se demais não quer dizer necessariamente que a pessoa tenha transtorno alimentar, mas, segundo Táki Cordás, psiquiatra e co-orientador da tese, é um alerta de que é preciso observar outros sinais, por exemplo, se ela tem preocupação exagerada com o físico, se ela pauta a vida pela pesagem e se fica angustiada quando não se pesa.
   Há outros vícios para conferir as medidas, como olhar no espelho repetidamente, experimentar roupas ou apertar dobrinhas.
   Quando os números da balança não agradam, a frustação pode ser grande. "Depois de decepções a pessoa pode parar de se pesar. Isso só atrapalha. A pesagem é fundamental para quem quer perder peso", diz Kachani.
   Há casos de pessoas que juram de pés juntos que, em um dia, podem engordar um quilo e meio. Já outros vêem o peso diminuir de segunda a sexta e aumentar nos fins de semana.
   Os dois não estão errados: o peso pode variar de um dia para outro. Mas não podemos nos esquecer de que 70% do nosso peso é água. Se você tomou mais líquido e urinou menos já justifica a mudança.
   Durante o dia, só com comida e bebida dá para ganhar mais de um quilo. Depois de metabolizados, alimentos mais salgados ou condimentados (como comida japonesa) ajudam a reter líquidos e influenciam no peso.
   Outros fatores, como mal funcionamento do intestino, hormônios femininos e atividade física também interferem. Dependendo da pessoa, um jantar pode render até dois quilos a mais nos próximos três dias. Esse ganho de peso, porém, não é real.
   Mesmo a gordura sendo metabolizada rapidamente, só dá para saber se a pessoa engordou depois de uns quatro dias, de acordo com os médicos. Por essas e outras eles não recomendam a pesagem diária, muito menos mais de uma vez por dia, antes ou depois de exercícios.
   Por isso insistir nessas manias que geram mais ansiedade, como se pesar repetidamente só vai dificultar.
   Como a perda de peso saudável deve ser gradual (500 g por semana), o ideal é subir na balança semanalmente ou até quinzenalmente.
   Outro fator importantíssimo a observar é o aumento da massa magra (muscular), que vai interferir diretamente no peso total.
   O que sempre indico aos meus alunos é conferir exporadicamente se está emagrecendo pelas roupas que estavam apertadas ou furo do cinto que costumava usar, assim dá pra ter alguma noção do processo. Mas fundamental é a cada 2 ou 3 meses de treino fazer uma avaliação física, assim, poderemos estimar a gordura que "foi embora" e a musculatura que "adiquiriu".

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Como manter a força, o equilíbrio e a flexibilidade após os 50?

   
    Após cinco mil avaliações, um levantamento do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs), iniciado em 1997 e encerrado no final de 2011, conclui que praticar exercícios físicos regularmente, pelo menos 150 minutos na semana, garante estabilidade física ao idoso por 15 anos, com manutenção da força, do equilíbrio e da flexibilidade. O resultado oficial deste importante levantamento foi divulgado oficialmente esta semana.
   O reumatologista, membro titular da Sociedade Brasileira de Reumatologia, Dr. Carmo de Freitas, reforça a importância da atividade física regular. “Sempre ressalto com meus pacientes, cuja maioria já passou dos 50 anos, a importância da reabilitação física. Muitas doenças reumáticas estão relacionadas à obesidade e ao sedentarismo”, diz. Além de indicar aos seus pacientes, o médico dá o exemplo. Há mais de cinco anos é praticante regular de Pilates, uma modalidade de atividade física que trabalha, justamente, força, equilíbrio e flexibilidade: as três habilidades indicadas pelo estudo da Celafiscs que começam a declinar já a partir dos 50 anos.
  “Sinto a disposição de um jovem”, comenta o reum atologista, que tem na mãe outro grande exemplo dos benefícios advindos da prática regular de exercícios físicos. D. Zélia Silva Gonzaga de Freitas, aos 94 anos, também é praticante de Pilates e tem uma disposição de dar inveja em muito jovem. “É preciso ter a consciência de que, por mais fantástico que seja o desempenho de nosso sistema músculo-esquelético, ele se desenvolveu dentro de condições ambientais bem diferentes das quais nos encontramos atualmente. O homem primitivo caminhava e se exercitava naturalmente na sua busca de alimento e proteção contra predadores. Nossa conformação corporal está adaptada a este exercitar constante da musculatura e, por isso, é tão importante realizar exercício corporal no dia-a-dia”, afirma Dr. Carmo de Freitas.
Fonte: Blog Estadão

quinta-feira, 29 de março de 2012

Treinar durante a TPM e no período menstrual ajuda a reduzir os sintomas indesejados.


   
   Quem atua na Educação Física Escolar como eu está acostumado às recusas das alunas para praticar atividade física sob a alegação de estarem no período menstrual, algumas alunas de academia também somem do treino por uma semana pelo mesmo motivo. Sempre tentei exemplificar os benefícios de se treinar também nesse período.
   Então para as que ainda tem dúvidas quanto a possibilidade de manter o treino no período menstrual, aí vai uma matéria do site webrun.uol.com.br:

Além de se sentir melhor naqueles dias, a corrida pode fazer os sintomas da TPM ficarem cada vez mais amenos a longo prazo.
Estar indisposta, sentir-se inchada ou irritada são sintomas comuns da TPM, que atinge a maioria das mulheres, algumas de forma mais intensa, outras, mais amenas. Porém a TPM não é mais desculpa para faltar dos treinos. Pelo contrário, a prática de exercícios físicos ajuda a controlar os sintomas do período menstrual a curto e a longo prazo.

Para as mulheres que sofrem alterações de humor antes e durante a menstruação, como irritabilidade e tristeza, a atividade física durante a fase ajuda a controlar os hormônios. A recomendação é praticar um exercício aeróbico, de intensidade moderada, como uma corrida leve, no dia em que estiver com os sintomas.

Segundo Sílvia Casseb, doutora do Ambulatório de Ginecologia do Esporte, da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp , a mulher produz mais endorfina quando se exercita no período menstrual e se sente melhor. Ela terá uma sensação de bem estar e alívio momentâneos, “O exercício físico no dia da TPM ajuda muito”, conta a doutora..

Aos poucos, o organismo vai modulando a produção de algumas substâncias, como as chamadas prostaglandinas (PGI), que promovem inflamações e dor, como a cólica, por exemplo. O exercício físico regular age como fator amenizador dessas prostaglandinas e, dessa forma, diminui as sensações dolorosas pré-menstruais e menstruais.

Caso os sintomas causem muitos desconfortos à mulher, uma recomendação é mudar o treino durante o período menstrual. Fazer musculação ou um exercício moderado pode ser a solução para quem não quer perder o ritmo e continuar se sentindo bem. “Não tem problema em treinar menstruada, não causa nenhum prejuízo à saúde. Mas é muito individual, depende do bem estar da mulher”, enfatiza.

   Assim não tem mais desculpa, mãos a obra, mesmo com TPM.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Exercícios físicos ajudam concurseiros a evitar o famoso "branco" na hora "H"

   Assim como eu alcancei, muitos brasileiros buscam a estabilidade através de um cargo público. 

   A vida corrida  moderna nos traz momentos de desespero, achando que o dia deveria ter 30 ou 40 horas. Dedicação ao estudo, que muitas vezes se faz complicado para quem trabalha e estuda, é fundamental, porém outro aspecto importante é deixado de lado: o esgotamento provocado por estresse.

   Estresse pode causar o famoso “branco” nas provas. Para evitar isso, é importante não deixar de lado atividades como academia, prática de esportes ou uma simples  caminhada matinal.  
   O estresse causado pela dedicação exclusiva aos estudos, em jornadas que chegam a 12 horas por dia, não raro, costuma invadir madrugadas. Essa é uma rotina que se tornou comum entre os candidatos a uma vaga no funcionalismo público.

   Contudo, especialistas orientam que, se o esforço não for combinado com momentos de lazer e descanso, há o risco de estafa mental na hora decisiva. Para evitar o famoso “branco” nas provas, é importante não deixar de lado atividades como academia, prática de esportes ou uma simples caminhada matinal. O motivo é que o exercício físico ajuda o corpo a combater o estresse dos estudos e pode ser fundamental na aprovação em um processo seletivo concorrido.



  O exercício leva oxigênio e nutrientes para o cérebro, remove substâncias produzidas devido ao cansaço mental e recupera o corpo da exaustão causada pelos estudos. 



Controle antidoping será rígido nas Olimpíadas de Londres

   Há décadas vemos recorrentes casos de doping nos jogos olímpicos realizados de 4 em 4 anos, principalmente nos esportes individuais, o uso de substâncias proibidas é perseguido pelos organizadores do evento mas nem sempre com sucesso. Resultados acima da superação humana levantam suspeitas a cada ano de competição.

   Desta vez o COI promete ir a fundo no controle do uso destas substâncias, para que o espírito olímpico não se apague, e que todos possam competir em igualdade de condições.

A organização aposta no  uso de tecnologias avançadas, rápidas e supersensíveis para detectar qualquer tipo de substância proibida no organismo e intimidar os atletas nas Olimíadas de Londres.

Ao menos no controle antidoping, os Jogos Olímpicos de Londres prometem ser os maiores da história. É essa a pretensão da organização da Olimpíada, que divulgou enorme controle para flagrar e intimidar atletas que pensam em se beneficiar com produtos irregulares.logo após suas provas.

   Todos os medalhistas passarão por testes antidoping  logo após suas provas. Além disso, ao menos um em cada dois competidores também será examiado.

   A organização também acena com uso de tecnologias muito rápidas e supersensíveis para detectar qualquer tipo de substância proibida que caracterize doping no organismo dos atletas.
   
   Espera-se que realmente seja feito um grande controle para evitar que mais uma vez alguns países se destaquem nos jogos através do desenvolvimento farmacológico.

   O peso de ser flagrado no antidoping é grande, as vezes tão insuportável que faz com que o atleta nem espere a punição e abandone o esporte. Muitas vezes ele não tem a culpa sozinho, porém somente ele sofre a punição.